O relatório 15 da CEPAL- Comissão Econômica das Nações Unidas para América Latina, publicado na primeira semana de outubro, aponta ampliação de 1,6 na taxa média de desemprego da América Latina e Caribe. O índice aponta acentuada variação, comparado a evolução do desemprego entre os dois anos anteriores, cuja variação foi de 0,4, ou seja, em 2014 o índice foi de 7,0 em 2015 de 7,4 e, já no primeiro semestre de 2016 comparado ao mesmo período de 2015, de 7,6 para 9,2 respectivamente. No quadro geral, no quesito evolução do desemprego, o Brasil se destaca ocupando a primeira posição, variando para mais, em 3,5, em segundo lugar a Argentina, com 2,7 e em terceiro o Equador com 1,8. Na direção oposta, ou seja, reduzindo o desemprego, aparece em primeiro Barbados 2,5, Belice 2,1 e Jamaica 0,7.
De modo que, no rank do índice de desemprego para o primeiro semestre para 2016, temos nas dez primeiras posições, Jamaica com 13% - Bahamas 12,7% - Brasil, 12,4% – Colômbia 10,9% – Costa Rica 10% – Barbado 9,3%- Argentina 9,3%- Uruguai 8,2%- Belice 8%. Cabe observar, que os dados revelam posições adversas entre os países, não só pelo rank do índice de desemprego, mas sobretudo, pela tendência da curva, ascendente ou descendente, apontando a direção cuja a econômica esta, de perda dos postos de trabalho, ou de criação de empregos. Neste sentido, destaco o grupo dos que estão em recuperação de emprego, dentre os dez citados acima, embora com maior índice de desemprego, neste grupo esta a Jamaica, seguido pela Costa Rica e Belice, sendo apenas os três entre os dez citados que geraram empregos nos dois trimestres de 2016, e os demais, na curva descendente do emprego. Veja relatório na integra.
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